■ Em descoberta — vertical em validação

Cada dado pessoal, do coletor ao propósito, sem ponto cego.

RASTRO cruza TI, jurídico e produto e monta o relatório de impacto com cada fluxo de dado rastreado até sua base legal.

O rastro é do dado dentro da empresa — não do comportamento de quem usa o produto.

TI

bancos, logs, integrações

Jurídico

contratos, parecer, DPA

Produto

forms, eventos, tracking interno

RASTRO

cruza +

classifica +

ancora na base legal

RIPD

entregável

auditável até a origem

O problema

O mapeamento de dados não tem dono.

O inventário existe em três lugares ao mesmo tempo e nenhum dos três enxerga o conjunto. Quando a ANPD cobra o RIPD documentado antes do lançamento, alguém monta a planilha na véspera — e o que ficou de fora só aparece depois da notificação.

TI

vê

onde o dado está armazenado

não vê

por que ele foi coletado

Jurídico

vê

a base legal descrita no papel

não vê

se o sistema de fato respeita ela

Produto

vê

o dado que o usuário entrega

não vê

para onde ele vai depois

O ponto cego não está em nenhuma das três. Está entre elas.

O mecanismo

Três fontes, um relatório.

RASTRO segue cada fluxo do coletor até o propósito e ancora cada um na base legal correspondente do Art. 7º. O fluxo que não tem base legal identificada não passa despercebido: aparece marcado no relatório, antes do lançamento.

Fluxo de dadoOrigemBase legal — Art. 7ºStatus
Cadastro de usuário → CRMProdutoV — execução de contratoancorado
Log de acesso → data lakeTIIX — legítimo interesseancorado
Currículo de candidato → ATSJurídicoI — consentimentoancorado
Telemetria → parceiro externoTInão identificadapendente

Exemplo ilustrativo do formato de saída. A quarta linha é o ponto: o relatório mostra o que ainda não tem base legal, em vez de omitir.

Como funciona

  1. 01

    Conecte as fontes

    TI, jurídico e produto entram como origens. RASTRO lê os inventários, contratos e eventos que já existem — ninguém precisa reescrever nada para começar.

  2. 02

    RASTRO mapeia até a base legal

    Cada fluxo é seguido do coletor ao propósito e recebe a base legal correspondente. O que não fecha fica marcado como pendente, não some.

  3. 03

    O DPO revisa e assina

    O relatório sai montado, com rastreabilidade de cada fluxo. A decisão final e a assinatura continuam com quem responde por elas.

O que muda

  • Ponto cego entre times eliminado
  • RIPD pronto antes do lançamento, não depois da notificação
  • Rastreabilidade de cada fluxo de dado
  • Menos exposição a sanção da ANPD

A objeção que sempre aparece

“Meu time de produto não vai querer dar acesso.”

Resposta

RASTRO lê, não modifica: nenhuma escrita nas fontes conectadas. E o DPO decide o que entra no relatório final — o acesso existe para mapear fluxo de dado, não para auditar o trabalho de ninguém.

Conte como você mapeia dado pessoal hoje.

Isso decide se construímos o RASTRO.

Não há demo nem proposta comercial nesta fase. É uma conversa de 30 minutos sobre o seu processo atual de RIPD — e sobre o que hoje fica de fora dele.

“O que a ANPD cobra num RIPD, em 1 página” — PDF, e-mail apenas.